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Técnicas de Iluminação Específicas em Áreas Externas

Técnicas de Iluminação Específicas em Áreas Externas

Os logradouros públicos em geral não estão restritos às vias de trânsito de veículos e pedestres, apresentando numa mesma região: praças, jardins, praias, edifícios sedes do governo e monumentos históricos. Estes locais possuem necessidades específicas de iluminação se distinguindo portanto, das ruas, avenidas e alamedas que se estendem pelo município.

ILUMINAÇÃO DE PRAÇAS, PARQUES E JARDINS

A iluminação de um parque ou jardim pode envolver a iluminação de árvores, arbustos, canteiros de flores, chafarizes, lagos ou fontes. A finalidade essencial da iluminação destes locais é acentuar a beleza do cenário e eliminar áreas escuras. Basicamente a iluminação de um jardim em área pública pode ser comparada a um área similar de uso privado, obviamente em proporções distintas pelas diferenças de dimensões.

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Na iluminação de jardins é necessário observar as seguintes questões:

  • O tipo de vegetação e arborização do local;
  • Qual o tom de cor de luz mostrará melhor os objetos iluminados e produzirá o efeito mais “dramático”;
  • Verificar se a iluminação de destaque produzirá luz suficiente para o público encontrar os caminhos, ou se existe a necessidade de iluminação base para trânsito;
  • Definir que tipo de lâmpadas e luminárias instalar e sua localização; e
  • Atentar para a ocorrência de vandalismo no local.

AS LUMINÁRIAS MAIS INDICADAS NA ILUMINAÇÃO DE JARDINS SÃO:

LÂMPADAS:

  • Vapor de Sódio – são as lâmpadas mais eficientes utilizadas em iluminação de jardins, por possuir uma alta eficiência luminosa ( 80 à 125 lm/W ) e por seu espectro amarelado não atrair insetos, que tem dificuldade de enxergar os tons amarelos.
  • Vapor Metálico – em termos de eficiência luminosa somente fica abaixo da vapor de sódio, ou seja em torno de ( 75 à 80 lm/W ), possuindo luz branca brilhante ou até branca morna ( 4000K e 3000K respectivamente ), apresentando boa reprodução de cores ( entre 75 e 85% ).
  • Refletoras Halógenas ( tipo PAR ) – oferecem a praticidade de bocais de rosca E-27 podendo operar em 127V ou 220V em modelos distintos; oferecendo luz projetada pelo seu refletor interno, dispensando o uso de luminárias mais onerosas, e tendo opções distintas de ângulos de foco dos objetos à iluminar, além de poder ficar expostas ao tempo.

ILUMINAÇÃO DE PRAIAS

A iluminação voltada às orlas marítimas e bacias fluviais onde hajam apelos turísticos e comerciais, tem por finalidade permitir o fluxo seguro das pessoas e atraí-las para os momentos de lazer e esporte, proporcionando conforto visual nestes locais à noite.

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AS LUMINÁRIAS MAIS INDICADAS NA ILUMINAÇÃO DE PRAIAS SÃO:

  • Luminárias públicas que sinalizam os caminhos em geral.
  • Projetores, preferencialmente que possuam alojamento para o reator, para iluminar áreas de lazer e esportivas ou destacar as árvores ou algum monumento.
  • Luminárias ornamentais como: postes decorativos, para efeito arquitetônico.

LÂMPADAS:

Podemos estender o uso do grupo de lâmpadas mencionados na Iluminação de praças, parques e jardins, aproveitando novamente seu alto poder de iluminação, economia de energia e durabilidade.

ILUMINAÇÃO DE EDIFÍCIOS E MONUMENTOS HISTÓRICOS

A iluminação das faces externas de um prédio público tem a finalidade de atrair a atenção para a arquitetura das construções, valorizando suas formas, cores e texturas. Em construções comerciais, como em prédios de escritórios, shopping centers e vitrines de lojas, a iluminação é muitas vezes uma forma de propaganda sutil, ou explícita, mas sempre altamente efetiva no seu propósito. No entanto, em prédios públicos, igrejas e monumentos históricos, a iluminação reflete um orgulho cívico, um reforço das crenças religiosas, ou tem a finalidade de impressionar turistas e promover estes locais.

A iluminação de monumentos deve ser feita respeitando, principalmente, a intenção do artista quando na elaboração de sua obra, compreendendo não somente a obra em si, mas todo um contexto de localização na cidade e sua importância. Principais pontos a serem analisados para este tipo de iluminação:

  • É indispensável o estudo do material ( textura, cor, dimensões, idade e história ).
  • O conhecimento de como a luz do dia revela a obra em diferentes circunstâncias de incidência, pois a finalidade é tentar reproduzí-la à noite.
  • Escolha e localização das luminárias de acordo com um projeto criterioso.
  • Facilidade de manutenção.

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Os níveis de iluminância nestes casos são difíceis de definir, devido a diversidade de situações e locais que podem ser encontrados. No entanto, apresentamos abaixo uma tabela que serve como orientação para balisar os critérios luminotécnicos.

Tabela de Coeficientes de Reflexão de Materiais e Cores

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Obs: Utilizar os dados dos coeficientes de reflexão na faixa da tabela abaixo onde se adapte melhor.

Tabela de aplicação de Coeficiente de Reflexão/Nível de iluminância

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Obs: Quanto mais escuro for o material, maior deverá ser a iluminância para uma impressão satisfatória.

CONCLUSÃO

Iluminar praças, parques, jardins, praias, prédios públicos e monumentos é destacar, com o auxílio da luz, os contornos, as formas, as texturas, as cores, e revelar uma nova atmosfera, atraindo a atenção dos pedestres e permitindo as atividades de lazer. Para produzir um bom resultado deve ser escolhido um sistema de iluminação que leve em consideração as variáveis do ambiente, o efeito decorativo ou funcional que é desejado nos locais, associado a facilidade de manutenção e os possíveis atos de vandalismo.

Localização

R. Ari Barroso, 203
Parque Boa Vista I
D. de Caxias
RJ, 25085-480

Telefones


(21) 25 16-5630
(21) 3842-6005
(21) 3842-6006

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